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A cidade do Rio de Janeiro produz diariamente cerca de nove mil toneladas de lixo, das quais 94% vão para os aterros de Gramacho (71%) e Gericinó (23%). Devido à proximidade do fim da vida útil dos depósitos (quatro anos), tornou-se inevitável a definição de uma solução capaz de garantir o destino final dos resíduos sólidos da cidade.
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Implantação de um novo aterro sanitário em Seropédica, com as mais modernas tecnologias da engenharia sanitária e ambiental. A Ciclus, uma Sociedade de Propósito Específico criada a partir da associação das empresas Júlio Simões Logística e Haztec Novarear, ficará responsável pelas cinco novas estações de transferência e pela operação de todo o sistema, inclusive das duas estações já existentes, em regime de concessão com duração de 15 anos.
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- Adoção de tecnologia de ponta, inédita na América Latina, de forma a garantir destino adequado para o lixo produzido na cidade, sem riscos para o meio ambiente.
- Atendimento aos compromissos da Política Municipal de Mudanças Climáticas.
- Aumento da capacidade de recebimento de lixo: de 1.000 toneladas/dia para 9.000 toneladas/dia
- Redução da emissão de gases de efeito estufa equivalente à 1,9 milhão de toneladas de CO2 por ano.
- Encerramento das atividades no Aterro de Gramacho, em 2012.
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Alinhamento com os Objetivos Centrais do Governo: |
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- Aperfeiçoar os serviços públicos prestados ao município.
- Proteger e recuperar o espaço público e os ativos naturais da nossa cidade.
- Estabelecer as condições necessárias para o crescimento econômico sustentável.
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- Início das obras.
- Conclusão das Obras e início de funcionamento do CTR de Seropédica.
- Desativação completa do aterro de Gramacho. |
- Ago/2010
- Abr/2011
- Abr/2011
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